NO FINAL dos TEXTOS, PRESS EM <MENSAGENS ANTIGAS>
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História da minha vivência-no Peso da minha infância! Cá longe na emigraçâo.
Se quiserem transcrever estes textos noutra lingua, podera faze-lo quando chegar ao fim de cada texto press onde diz ,
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Peso - Covilhâ, é a minha terra natal, uma aldeia na margem direita do Rio Zêzere entre as Serras da Gardunha e Estrela, àrea a que nós Beirôes chamamos "Cova da Beira".Foi aí que eu passei a minha juventude (com esporádica residência em Lisboa) e onde depois dos meus 20 anos, passei mais uma duzia deles a caminho da Europa, no transporte de emigrantes de toda a Cova da Beira, como motorista de praça (táxi) de que era proprietário. Queria dedicar esta página na web, a todos os Pesenses e seus descendentes, residentes e ausentes na diáspora espalhados pelo mundo.
O propósito desta página é manter uma ligaçâo à terra que me viu nascer, embora ausente à 38 anos, e separado dela por um Oceano e um Continente de distancia.Nota:
Tendo visitado a minha terra, Peso/Covilhã em 1979, a minha primeira visita
desde que emigrei, encontrei o Rio Zêzere mais ou menos como quando o deixei em 1973.
Porem quando da minha segunda visita em 1985, o meu encontro com o
nosso Zêzere, foi para mim chocante, ao verificar as consequencias que a
extração de inertes tinham feito. O leito do rio da minha infancia estava desfigurado;
O cascalhal do Verde tinha desaparecido, do areal dos Barros, nem vestígios,
o que me entristeceu bastante. Parece-me que a nostálgia da ausência,
leva-nos a gostar mais daquilo que deixamos e a sermos mais sensíveis às coisas,
do que os próprios residentes.
Assim, este poema é a reflecção do meu sentimento, acerca do Zezere.
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